Reação a Bolsonaro ameaça ser praga para o agronegócio

Os agroboys bolsonaristas que se cuidem.

Nélson de Sá, na Folha de hoje, mostra os estragos dos coices ambientais de Jair Bolsonaro.

Dois dos principais veículos de comunicação alemães, o Der Spiegel e Die Zeit fazem uma verdadeira conclamação por sanções comerciais contra o Brasil, por conta do desmatamento da Amazônia.

“É hora de sanções contra o Brasil”, diz a revista, enquanto o jornal sugere que “é preciso apertar onde dói”, ou seja, nos negócios com a Alemanha.

Fala-se abertamente em boicotar a compra de soja brasileira. Os agricultores do GrainBelt, nosso maior concorrente em exportações do produto para os alemães agradecem, penhorados, sobretudo nesta época de encrenca comercial com a China.

O Die Zeit propõe, expressamente:

Talvez seja mais promissor começar em um ponto que fere mais o Brasil: nos interesses econômicos de seus exportadores, por exemplo, agricultores que vendem soja e carne bovina em grande escala para metade do mundo. A União Europeia é um dos principais importadores e acaba de assinar um acordo de livre comércio com o Mercosul, o mercado comum sul-americano

Claro, por déficit cognitivo, existência fútil e excesso de sertanejo universitário, os agroboys vão demorar a compreender – se é que vão – as consequências do que está fazendo seu “Mito”.

Mas os papais dos filhinhos, estes já estão vendo e é sinal disto a entrevista de Blairo Maggi, eleitor de Bolsonaro ao Valor, dizendo que o discurso presidencial anula todo o esforço do agronegócio para se firmar no mundo.

O acordo com a União Europeia, tão festejado, parece ter nascido morto.

 

 

 

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