Crise se agrava e estrangeiros tiram quase R$ 20 bi do Brasil

Os jornais tratam quase como uma “curiosidade”, quando tratam.

Mas é grave.

Até o dia 15 passado, as saídas de capital estrangeiro da Bolsa de Valores somaram R$ 19,16 bilhões.

É a maior fuga de capitais do mercado acionário brasileiro, desde que se passou a medir sua participação na Bovespa, em 1996.

Supera, inclusive, a ocorrida no mesmo período de 2008, ano da supercrise mundial, que foi de R$ 16,5 bi, de janeiro até a metade de agosto.

Quase a metade destas saídas se deram em agosto e o ânimo parece continuar o mesmo, com uma contínua pressão de compra sobre a moeda norte-americana – que hoje foi a R$ 4,07 – mesmo com o anúncio do Banco Central de que venderá dólares a partir de quarta-feira.

Em 30 dias, uma desvalorização de 9,1% da moeda brasileira.

Claro que não são só as “bozonarices” que estão provocando este movimento (embora o ajudem), mas a piora de perspectivas da economia mundial.

Mas o cenário interno pode se agravar, com a crise que se anuncia na Receita Federal, com Bolsonaro “metendo o pé na porta” da Receita Federal e demitindo o “N° 2” do órgão, o subsecretário-geral José Paulo Ramos Fachada Martins da Silva.

Como se sabe, a solução para o Brasil era a aprovação da Reforma da Previdência, não é mesmo?

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