Têm certeza que querem mesmo os “preços de mercado”?

Agora é que vamos ver se vale mesmo o discurso dos que defendem o “preço internacional” como única regra para que Petrobras reajuste os preços dos combustíveis.

No dia 11, o do imbroglio de Bolsonaro com a subida do preço do diesel, o barril de petróleo custava US$ 63,58 e o dólar valia  R$ 3,857. Logo, um barril saía por R$ 245,22.

Hoje, no momento em que escrevo, o barril de óleo está a US$ 66,45 e o dólar a R$ 3,96. Portanto, o barril custa R$ 263,14.

É uma diferença de quase 18 reais por barril, ou 7,3%.

Ontem, meio na surdina, a Petrobras reajustou a gasolina em 2% nas refinarias.

A questão é que estamos com um processo de elevação da inflação que gera apreensão. Depois de amanhã, o IBGE divulga a prévia da inflação  de abril, o IPCA-15 e as previsões são de que fique entre 0,6 e 0,7%, embora o mercado espere uma redução de ritmo até o índice do mês cheio.

O que, a depender de reajustes de combustíveis, pode não acontecer.

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