Sem partido, Bolsonaro faz leilão por nova sigla para a família

A Folha informa que Jair Bolsonaro chamou a metade “fiel” do PSL para comunicar sua saída do partido.

Para onde vai não disse e aos deputados dará um “vem comigo que depois eu te conto”.

Partido, para esta turma, tem o valor de um copo descartável, no qual bebem e depois, lançam fora.

Não é à toa que o Brasil tem 32 partidos e mais 75 em formação: é só um negócio, a maioria deles, porque jamais se conseguiu implantas um cláusula de barreira saneadora e um fidelidade partidária decente.

É para um destes 75 projetos de partidos que Bolsonaro, provavelmente, irá, turbinando com algumas dezenas ou centenas de assinaturas seu pedido de criação e tomando para si e para a família, os bolsoson’s, os cargos de direção.

Mas, enquanto isso, deve manter os seus no partido de Luciano Bivar, travando o exercício das prerrogativas da liderança na mão dos filhose, com isso, garantindo as indicações para as comissões temáticas da Câmara.

A vasta fauna de agora “traidores” vai tentar se segurar no PSL que, afinal, terá tempo de televisão e dinheiro do fundo eleitoral. Não é simples que consigam, pois será uma cabeça apontando em cada direção em matéria de alianças.

Joice Hasselman, por exemplo, já salta em defesa de João Dória, atacado por Eduardo Bolsonaro, incluindo o burro naquela fauna em que se reconhecem.

Que, aliás, vai ficar na curiosa situação de líder de um partido do qual já anunciou a saída.

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