Rejeição a Bolsonaro sobe, mas “turma do ódio” segue firme

Irrelevante na variação da taxa de avaliação como “ótimo ou bom” (34% em março, 35% em abril), a nova pesquisa Ibope sobre o desempenho de Jair Bolsonaro à frente do governo dá outros sinais de deterioração de seu acolhimento público, já sentido em pesquisas anteriores.

O índide de vavaliações “ruim-péssimo” sobre 3 pontos (24% em março, 27% em abril).

A expectativa de que este governo chegue ao final como ótimo ou bom passou de 63% (em janeiro) para 60% (em fevereiro), baixou a  54%em março e, agora, é de 45%.

Baixará mais, é certo, porque este governo não oferece qualquer perspectiva para o país.

Mas é, também, evidente que a “parcela do ódio” segue com seu núcleo firme e forte, para desgraça da vida social no Brasil.

 

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