Regina Duarte é mais uma a morrer de bolsonarismo

Acabou a novela.

A Regina Porcina se foi, sem nunca ter sido Secretária de Cultura.

Vai ganhar uma boquinha na Cinemateca Brasileira, para empoeirar-se como um arquivo morto.

Por isso, despede-se ainda puxando o saco de seu “mito”, agradecendo pelo “presente” que ele lhe deu.

Não dá sequer para sentir pena, porque quebrou a cara apenas por vaidade, ambição e desprezo pela arte e pela cultura que sustentaram sua vida e, um dia, lhe deram o carinho do povo.

Dela, a expressão que se guardará é “o pum de talco do palhaço”, a melhor descrição que se pode fazer de sua passagem pela Secretaria da Cultura.

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