Quanto seu filho tirou em marxismo na escola?

Sabe aquela deficiência do menino em matemática?

E a falta de capacidade da menina em redigir um texto ou em dominar um vocabulário minimamente capaz de permitir a troca de idéias com alguma precisão?

Culpa dos comunistas.

Assim é o diagnóstico do mestre supremo Jair Bolsonaro para os problemas da educação brasileira.

Véspera de sua posse, ele não anunciou um projeto para ampliar o ensino, para reduzir a evasão escolar, para fazer com que se expanda o horário integral para tirar as crianças das ruas, para ampliar o uso de meios tecnológicos para dar a elas contato com o mundo tal como ele já é, em boa parte, e será ainda mais.

Nem para melhorar os ganhos do magistério, tão baixo que desanimam aos vocacionados para ele. Nem “casar” a escola com a tenção médica preventiva. Nem torná-la um ambiente de aprendizado da tolerância e do convívio.

Mas anunciou a “salvação” das escolas: ” combater o lixo marxista que se instalou nas instituições de ensino”.

Porque está assim, não é? As crianças fazem provas em que devem responder “quem foi ‘tio’ Marx?  As provas de matemática trazem a questão: se um campo tem dez mil hectares e precisa abrigar mil famílias de sem-terra, quantos hectares deverão caber a cada uma?

Agora tudo vai mudar! Nas aulas de química, serão fornecidos kits de papel de tornassol, para os professores serem testados: se forem básicos, ficarão azuis e ácidos ficarão vermelhos, o que um bom mestre jamais pode ser.

Ainda mais pelo risco de se alimentar de criancinhas.

Agora sim!

Teremos muitas crianças saindo do primeiro grau como analfabetos funcionais, mas agora prontas a repetir as imbecilidade do “Füher”.

Quando a gente pensa que ele ao menos resolveu calar os dedos para não falar bobagens no Tweeter, mais vem!

 

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