O STF e Janot querem saber quem vazou delação de Cerveró? Perguntem ao Youssef

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Como a imprensa “investigativa” não se interessa em investigar coisa alguma além do que policiais e promotores da Lava Jato lhes repassam, o repórter Marcelo Auler, por sua própria conta foi apurar como papéis ultra-secretos, que têm por lei de serem mantidos sob sigilo até a conclusão e aceitação dos termos da delação premiada, foram encontrados nos escritórios de Delcídio Amaral e do banqueiro André Esteves.

Marcelo fixou-se na delação de Nestor Cerveró, que continha anotações manuscritas sobre os termos já formalizados, como fica claro na gravação feita por seu filho na reunião com o senador e o advogado agora presos.

Se havia anotações de próprio punho de Cerveró, é porque este levou – e já é louco isso – as minutas feitas com o Ministério Público “para casa”, para retocá-las. E, como a “casa” de Cerveró, já faz tempo, é a carceragem da Polícia Federal em Curitiba, Auler dedicou-se à prosaica tarefa de apurar quem mais morava em sua “residência”, a cela em que o ex-diretor da Petrobras está detido.

E – ora, ora,ora – quem é que dividia ao espaço com Cerveró?

Sim, ele, o delator de estimação do Dr. Sérgio Moro, aquele que ganha delação premiada desde 2004, o que é chamado de “bandido” profissional: Alberto Youssef.

O mesmo Youssef que, segundo a Folha, já teve até celular dentro da carceragem da PF. Quem sabe não tirou um “selfie” ou um “nude”  dos papéis de Cerveró?

Leia a história completa no blog de Marcelo Auler.

E, por favor, alguém avise o Ministro José Eduardo Cardozo. Afinal, em tese, a cela-da-carceragem-de-Curitiba- da- Polícia Federal-do-Ministério que ele dirige é, ou deveria ser, responsabilidade dele.

 

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