O MEC pode ser um quartel com uma múmia ministerial?

Poderiámos ter um ministro da Educação na Presidência, mas agora temos um presidente sem ministro da Educação, que tragédia!

O ministério da Educação, desde ontem, vive uma “intervenção militar”, com a presença do tenente-brigadeiro Ricardo Vieira como secretário-executivo da pasta.

Ele vai para o lugar de Luiz Tosi, foi exonerado após críticas do astrólogo Olavo de Carvalho pelo twitter,  e que “quase” foi ocupado por Rubens Barreto da Silva, era  secretário-executivo adjunto de Tozi e pela “pedagoga de Deus” Iolene de Lima.

Vieira disse logo a que vem, em entrevista ao Valor: “queremos que o nosso ministro saia de foco”.

Querem-no, portanto, mumificado em seu gabinete, enquanto o ministério se dedica a uma rotina sem-sal.

E produz, claro, algumas “vitórias administrativas”, como cartilhas expurgadas de “imoralidades”, duas dúzias de escolas militarizadas que “vão resolver” o problema educacional brasileiro.

Só que isso não é possível, nem como farsa.

Até agora, o sistema continua funcionando por inércia, mas dentro de dois ou três meses vai começar a parar, por diversas razões: falta de dinheiro, falta de comando (as estruturas administrativas), falta de projetos e, claro, reação das comunidades de professores e alunos.

 

 

 

 

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