O garoto do hamburguer não vai para a Papuda. Vai para Washington

Depois de uma reunião com o chanceler olavista, Ernesto Araújo, o filho 03 do presidente Jair Bolsonaro se disse pronto para receber, de presente, do pai a Embaixada do Brasil nos Estados Unidos.

E listou, como seus méritos e qualificações para o cargo, o fato de ter “fritado hambúrgueres no frio do Maine”, estado norte-americano na fronteira do Canadá, durante as férias escolares, aos 21 anos.

Não “morou”, portanto, nos Estados Unidos e se trabalhou por curtos períodos, o fez como ilegal, os mesmos que ele, não faz muito tempo, de “vergonha“.

O pai destacou-lhe, também, a “virtude” de ser “amigo” dos filhos de Donald Trump, não se sabe se de jogo de futebol de botão ou de “baladas”.

Pesquisando, descobre-se que o “amigo” é apenas um conhecido de Donald Trump Jr., a quem foi apresentado, em janeiro do ano passado, numa feira de armas, o “Shot Show”, pelo lutador de “vale-tudo” Royce Gracie.

Não faz muito, Eduardo era apenas um bobalhão com amor por armas e por viajar, tanto que se flagrou um diálogo dele com Jair, por um aplicativo de mensagens, através de fotos de Lula Marques e publicadas pela Veja, , tiradas no plenário da Câmara , quando o atual presidente teve apenas quatro votos para a presidência da Câmara e não recebeu nem o voto do filho, que estava fazendo, ao que parece, nada de muito bom na Austrália:

Jair Bolsonaro: “Papel de filho da puta que você está fazendo comigo. Tens moral para falar do Renan? Irresponsável (Jair tem um filho chamado Renan)”.
A cobrança continua: “Mais ainda, compre merdas por aí. Não vou te visitar na Papuda”. “Se a imprensa te descobrir aí, e o que está fazendo, vão comer seu fígado e o meu. Retorne imediatamente”.

Eduardo Bolsonaro: “Quer me dar esporro tudo bem. Vacilo foi meu. Achei que a eleição só fosse semana que vem. Me comparar com o merda do seu filho , calma lá”.

De lá para cá, Eduardo já defendeu o fechamento do Supremo Tribunal Federal, a construção de uma bomba atômica brasileira e desfilou com bonezinho “Trump 2020”.

Será um embaixador à altura do Brasil de Bolsonaro.

 

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