O exercício da maldade

Praticar a maldade é, sempre, algo covarde, porque depende da fraqueza alheia que faz o poder do malvado ampliar-se.

A sra. Carolina Lebbos Moura, que está exercendo a condição de carcereira de Lula, ao reduzir as visitas ao ex-presidente Lula pratica esta regra.

Lula está preso, silenciado (nem mesmo pode conceder uma entrevista), não oferece nenhum perigo de praticar os crimes que, embora falsamente, lhe são atribuídos.

Nenhum mal à sociedade ou à administração da Justiça pode oferecer o fato de receber visitas.

É apenas o exercício do ódio que a “República de Curitiba” vota ao ex-presidente.

A covardia é uma pré-condição para a maldade.

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