O desespero dos #MonstrosNão

Como o assunto está nos jornais – saiu no Estadão e em O Globo – venço a repugnância apenas copiando e colando o relato do jornal paulista:

Um dos filhos do candidato à Presidência da República Jair Bolsonaro (PSL), o vereador Carlos Bolsonaro, publicou em suas redes sociais uma imagem de uma publicação contrária ao movimento #Elenão, criado por mulheres contrárias ao presidenciável, com uma imagem de uma simulação de tortura. A foto foi publicada nos stories do vereador no Instagram na noite de terça-feira, 25.
A “brincadeira” mostra um homem amarrado, com o rosto ensanguentado e a cabeça dentro de um saco plástico, e no peito está escrito #EleNão. A imagem tem ainda uma frase “sobre pais que choram no banheiro”, em uma referência de pais que sentem vergonha de seus filhos por serem homossexuais. Na sequência, a foto publicada é uma de seu pai com a hashtag #EleSim.

Dispensa comentários, não é?

Hoje comecei a receber uma série de montagens – falsas, claro – entre elas duas capas de revistas sobre “fraudes” nas pesquisas e nas urnas. Na suposta Época chega-se ao cúmulo de usar o chefe do Observatório Eleitoral da Organização dos Estados Americanos, como suposto “denunciante” de fraudes pró PT.

Até agora, nossa Justiça Eleitoral e a Procuradoria Geral da República, tão rápidos em agir contra Lula, não fizeram nada para buscar os criminosos que promovem isso.

Vai piorar, conforme vai ficando evidente que a sociedade acordou para as monstruosidades que a mídia e a elite brasileira produziram.

Acho que as manifestações do #EleNão terá de mudar de nome.

Para #MonstrosNão.


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