Mais um “ex-futuro” Ministro da Educação

O governo, segundo o G1, acumula agora mais um ex-futuro-ministro da Educação, com as notícias de que que a ala “olavológica” conseguiu brecar o anúncio do nome de Renato Feder, secretário no Paraná e já vetado uma vez, antes do anúncio fracassado da indicação de Celso Decotelli, o primeiro da série dos “quase-ministros”.

Duas áreas em crise – a Saúde, pela pandemia e a Educação, pela quase perda total do ano letivo -, ambas essenciais para o páis têm recebido da administração Bolsonaro a importância que tem a área social: nenhuma. São apenas cenários de uma “luta ideológica”, como se tudo o que importasse ali fosse assegurar a cloroquina ou evitar a “doutrinação esquerdista” nas escolas.

Não é à toa isso.

O desprezo desta gente por políticas sanitárias e educacionais é daqueles que se poderiam chamar de olímpico. Não há qualquer sentido de urgência, nem mesmo o de vergonha, em deixar abandonadas áreas essenciais para a população que não conta com hospitais e escolas privados.

Bolsonaro, nestes setores, não procura um gestor de políticas públicas, caça alguém que se disponha a ser cúmplice de sua destruição.

O pior é que encontra.