Mais um culto satânico no Planalto

 

Como está se tornado “tradição”, os tais fanáticos dos “300 de Bolsonaro” – usurpação da história bíblica de Gideão – se reuniram para o rito satânico de exigir a volta das pessoas às ruas e louvar as beberagens de cloroquinas como se fosse a panaceia para a pandemia.

Não são manifestantes, porque não reivindicam, eles buscam apenas destruir, sejam vidas, seja a democracia.

As faixas golpistas foram apenas escondidas, a pedido dos asseclas presidenciais.

Cantavam por uma droga que, estudo após estudo, provam apenas aumentar a letalidade da doença.

Deveriam estar sendo tocados por jatos d’água dos Bombeiros, ao menos, porque estão violando uma lei estadual que proíbe aglomerações.

Como são fascistas, porém, têm direitos. Se fossem sindicalistas, desempregados ou moradores de comunidades, estariam levando bombas, cassetetadas e balas de borracha, claro.

É isso que o Congresso e o Judiciário precisam levar em conta nas suas decisões.

Não há nenhum direito que se sobreponha ao direito à vida, muito menos o de pretender impor a morte.

Tolerar que esta seita satânica se imponha pelo país, que está obrigado – e que se obriga, em respeito à vida – a permanecer recluso, tome conta das ruas e vá saudar quem se pretende o anticristo genocida não é servir à democracia.

Que pese ao ministro Celso de Mello, do STF, a consideração que é preciso que a Nação veja a monstruosa brutalidade da corja que a comanda.

 

Comentários no Facebook