Laranja “slow motion”

Na Folha de hoje:

Dados divulgados pelo Ministério Público do Rio de Janeiro indicam que a investigação sobre a movimentação financeira de Fabrício Queiroz, policial militar aposentado e ex-assessor do senador Flávio Bolsonaro (PSL-RJ), desacelerou de agosto a novembro do ano passado, período que compreende a campanha eleitoral.

Alguém se surpreende?

Como ninguém se surpreende de que Queiroz tenha “dado uma banana”  até agora às várias  intimações para prestar depoimento sobre os R$ 7 milhões que movimentou, em três anos. Ele e sua família, toda “pendurada” não apenas nos gabinetes do agora senador como no do pai, agora presidente.

O Ministério Público, segundo a matéria, não explica a “câmara lenta” no caso durante a campanha, mas tinha antecipado que estava ocupada com “trabalhos  importantes na cidade de Niterói, Japeri, Petrópolis e Teresópolis”.

Nem demonstra ter qualquer reação diante da afronta da “dancinha” hospitalar do ex-PM benfeitor das famílias de milicianos.

Ou do desparecimento de todos os outros “depositantes” de Queiroz.

Nem assim aparece a tal “história plausível” prometida por Flávio Bolsonaro.

Mas tá tudo ok, não é?

 

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