“Imposto do Pecado” durou menos de 12 horas

Lá da Índia, Jair Bolsonaro se apressa em dizer que está descartado aumento de imposto sobre cerveja, cigarro e itens com açúcar, anunciado como projeto, ontem, pelo Ministro da Economia, fando em criar o “imposto do pecado”.

Como se tratou aqui, era mais um balão de ensaio ou, ao menos, uma “novidade fake para movimentar a absoluta ausência de qualquer política fiscal consequente do Sr. Guedes.

Até porque, como se mostrou, com números, à exceção dos refrigerantes, o resto já tem um tributação pesada – e nada contra a tese de taxar algo nocivo – com pouca margem para ser ampliada sem efeito catastróficos no preço.

Agora imagine se este fosse um país onde as declarações do Ministro da Economia fossem levadas a serio, o que teria acontecido com estes setores econômicos.

Não aconteceu nada, mas apenas porque todos sabem que o que Guedes e sua equipe dizem num dia, no outro o ex-capitão desmente, como aconteceu com a CPMF.

Comentários no Facebook