Era só para a Dilma: Temer deixa Skaf ficar sem pato no Palácio.

skappato

Às vezes fico pensando que o processo de decadência da  elite paulista não tem mais limites.

Leio a nota de Ilimar Franco em O Globo e me convenço disso um pouco mais.

O Palácio do Planalto teve que cortar as asas do presidente da Fiesp, Paulo Skaf, e vetou a presença dos patinhos infláveis ou fantasiados. O presidente da Fiesp, Paulo Skaf, queria levar centenas de patinhos infláveis no encontro de cerca de 150 industriais com o presidente interino, Michel Temer.

O palco ficaria completo com a presença, acompanhando os empresários, de pessoas vestidas de pato. Esses patos são um símbolo da campanha da entidade contra o aumento de impostos. Eles também decoraram os protestos pelo impeachment da presidente afastada, Dilma Rousseff.
Será que não passa pela cabeça do energúmeno presidente da Fiep a cena hilária de Temer passeando ou cumprimentando os “patinhos fantasiados”?  E o Henrique Meirelles levando uma bicada por causa da CPMF?
Não é possível, até o Temer percebeu.
Ou a ideia era essa mesmo, a de expor Temer ao ridículo, como quem adverte “o rapaz” que contrataram para não se “achar”?
Porque Skaf, sem pato, não poupou as patadas.
“A carga tributária é muito grande. Não adianta pensar em aumentar impostos. É necessário que os impostos não sejam aumentados. Se o governo precisa de arrecadação, ministro Meirelles, a solução é o crescimento”,  disse Skaf ao discursar, falando diretamente ao Ministro da Fazenda, que está com tudo pronto para fazer isso assim que se consolidar o impeachment.
A outra afirmação recolhida pela Folha é de pedir ajuda ao pato e seu quá-quá-quá: os empresários estão dispostos a trabalhar “sábados, domingos e feriados” para o Brasil voltar a crescer.
Vão ficar com as mãos calejadas como as de João Dória Júnior.

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