Conselho do MP é uma comédia corporativa

Mais uma vez, adia-se no Conselho Nacional do Ministério Público, depois que o relator negou seu afastamento, com um pedido de vistas do conselheiro Fabio Stica.

Como a transmissão continuou, entrou na pauta o julgamento de um promotor de Tocantins que, no Facebook, chamou o presidente do Supremo de “escroto”.

O relator, Orlando Rochadel quase que pediu desculpas por abrir um procedimento administrativo porque, nas suas palavras, sua “grande alegria é arquivar” ações contra promotores.

Muito pior ainda foi o Promotor da Justiça Militar Marcelo Weitzel discutiu se chamar de “escroto” era ofensivo.

Para ele era apenas elegante.

Os demais quase que se desculparam por abrir o processo, retirando do processo um integrande da corregedoria do MP em Tocantins (corregedoria!!!) que reiterou a ofensa, escrevendo que o promotor que a postou “disse tudo”.

Reparem, são os fiscais dos fiscais da lei…

 

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