Cinismo: delegado diz que suástica não era suástica: era budismo

Incrível, fantástico, extraordinário.

Inacreditável, mas uma boa advertência para que se veja o que será a polícia ante a “turma da borduna” que vai  tomar conta das ruas.

O delegado Paulo Jardim, da Polícia gaúcha,  disse que a suástica gravada a canivete na barriga de uma jovem que usava uma camiseta “#EleNão”em Porto Alegre não é uma suástica,  mas “um símbolo milenar budista”.

Não é conversa, tem o áudio do que ele fala na Radio Gaúcha.

Claro, foram monges budistas  bombados e sarados que atacaram uma moça que estava contestando este símbolo da meditação budista, o sr. Jair Bolsonaro…

A tese do delegado serviria para os hititas, contemporâneo dos faraós,  ou por hinduístas, simbolizando do deus Brahma, ou os índios navajos, dos EUA ou, quem sabe, os escoteiros ingleses, que a usavam como símbolo no início do século passado, porque o grafismo remonta a três milênios.

Não sabia? Nem você, nem 99,9% das pessoas, que identificam a “cruz gamada” com o nazismo.

Entre os quais, é claro, os três agressores da jovem.

Mas o delegado, com um ar angelical, diz que não se podem fazer suposições e garante que a suástica era budista.

Amanhã, vão dizer que você atirou violentamente a cabeça, até fraturar o crânio,  contra o taco de basebol que os rapazes levavam para uma inocente  competição esportiva deste esporte popularíssimo no Brasil.


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