Brasil beira 1° lugar em novos casos do Covid-19

Enquanto Jair Bolsonaro e seu mandalete no Ministério da Saúde, Edson Pazuello, brincam de receitar brincam de receitar cloroquina, a epidemia do Covid-19 galopa no país.

O Brasil, hoje, já ameaça roubar dos EUA o apavorante 1° lugar em novos casos registrados de infecção pelo novo coronavirus, mesmo com a crônica escassez de testes: quase 20 mil novos casos, em 24 horas.

Proporcionalmente à população, já os ultrapassamos.

Com a taxa de mortalidade atual, 20 mil infecções são mais 1.200 mortes dos infectados de hoje, a serem registradas em alguns dias.

Nas comparações de semanas epidemiológicas, menos sujeitas à variação diária, já dá para estimar que teremos, nesta, algo perto de 9 mil mortes, 50% a mais que na semana que se encerrou sábado passado.

Mas vamos tomar cloroquina (ou tubaína, segundo a ideologia presidencial) e morreremos às centenas de milhares.

As 20 mil mortes, que os estudos previam para o próximo domingo, serão, na prática, alcançados amanhã. Eram metade há apenas 12 dias.

No meio deste inferno de morte e dor, é miúdo discutir política, embora seja necessário em meio à crise de banditismo que se vem revelando dentro do governo brasileiro.

O essencial, porém, é que estamos diante de um regime genocida, sabe-se lá com que finalidades políticas.

 

 

 

 

 

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