Bolsonaro: ou ele, ou nós

Não é mais política, é saúde pública.

Não é mais ideologia, é insanidade.

A saída de Jair Bolsonaro da Presidência da República é uma questão de vida ou morte para milhares de brasileiros que vão morrer a mais nesta epidemia, se o crime que ele está cometendo – e que seus zumbis ainda teimam em espalhar nas redes sociais – mandando abrirem os comércios e enviando as crianças à escola for consumado.

Hoje de manhã, tentou remendar-se, dizendo agora que sugere um “isolamento parcial” apenas para idosos, como se fosse possível trancar apenas os velhinhos e que as outras pessoas, contaminadas, não lhes transmitissem.

Nem é questão de discutir isso, porque já estamos bem esclarecidos, pelos profissionais de saúde e pelos exemplos reais, de que só o mais severo isolamento pode frear a epidemia.

E é por isso mesmo que Bolsonaro é um sabotador da disciplina que todos nós devemos ter para que se percam menos pais, mães, tios, filhos e irmãos do que aqueles que já estão se perdendo.

Os senhores militares não pensariam duas vezes se um elemento destes aparecesse num quartel, em tempos de guerra, contestando as ordens médicas e ameaçando causar baixas desnecessárias na tropa ou entre a população.

Pois é exatamente por isso que o passo mais importante, agora, é colocar, no mínimo, Jair Bolsonaro em quarentena política, para que não contamine a sociedade com sua irresponsabilidade temerária e mortal.

Isolar para não contaminar, porque o vírus do genocídio instalou-se nele de forma irreversível e ele vai, como dizem os médicos, evoluir a óbito político, inapelavelmente.

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