Auler: Polícia do PR não investiga rojões contra manifestantes

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Marcelo Auler, em Curitiba, mostra que os manifestantes pró-Lula saíra, mas os rojões disparados na madrugada de terça para quarta, que feriram seriamente ao menos uma pessoa que foi exercer seu direito de opinião continuaram largados sobre o chão, próximo ao acampamento em que estava o MST.

(…) até a manhã desta quinta-feira (11/05), parte das provas do atentado – cartuchos de alguns dos rojões disparados no início da madrugada de quarta-feira (10/05) – permanecia jogada ao relento, no chão do terreno ao lado da estação Rodoferroviária onde armaram o Acampamento da Democracia. Foram-se os manifestantes, que não provocaram nenhum incidente, mas ficaram os rojões disparados contra os mesmos, sem uma aparente preocupação da polícia – que deveria investigar o possível crime – de recolher as provas do que os militantes consideraram um atentado…
Curiosamente, as autoridades mostraram preocupação em vistoriar os ônibus da caravana, provavelmente em busca de armas, já que apreenderam um enxadão e um facão de cozinha. Não se falou na existência de rojões.
Ao visitar o acampamento onde, na tarde da quarta-feira, dia em que de madrugada houve as explosões, o Blog localizou não apenas os rojões que aparecem na foto que abre essa reportagem, mas outros em áreas próximas, como mostram as fotos acima. Também foram encontrados tijolos, madeira e um cabo de vassoura dos dois que foram usados para montar quatro “baterias” de rojões. Tivessem ido ao acampamento, os policiais ouviriam testemunhos como o do militante que conduziu o Blog ao local, dentro da área usada para abrigar os militantes, de onde os rojões foram disparados.

Leia toda a cobertura no Blog do Auler.


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