As manifestações e o “sorriso amarelo” da mídia

Não deu certo a estratégia de mostrar os movimentos grevistas de hoje como obra de gatospingados arruaceiros.

As manifestações de final da tarde nas maiores capitais brasileiras foram massivas.

A imprensa parece dar mais importâcia a confrontos pontuais.

Não há, é verdade, uma mobilização à altura de quantos serão prejudicados com a perda de seus direitos trabalhistas.

Contra a expectativa da mídia, que despreza Bolsonaro mas vê nele a virtude de ser algoz de direitos.

A propaganda da imprensa inculcando que “sem reforma não há salvação” confunde e leva as pessoas a não perceberem a perda de seus próprios direitos.

Mas há resistência, e forte.

Sofremos as consequências de uma esquerda que transformou o “ser classe média” em seu objetivo. Tola, sempre teve preconceitos contra o “trabalhadores do Brasil” varguista.

Nossa identidade como povo trabalhador é nosso grande elemento civilizatório, porque gera pertencimento, o que eles jamais admitem.

As ruas cheias mostram que há um núcleo de resistência que pode nos levar adiante.

Comentários no Facebook