Alvim perde o cargo. Wajngarten volta à berlinda

O discurso nazista do secretário de Cultura Roberto Alvim, por algumas horas, aliviou a barra do secretário de Comunicação da Presidência, Fábio Wajngarten.

Mas parece que esta estranha “blindagem” por uma cópia inacreditável das declarações de Joseph Goebbels não vai durar.

Jair Bolsonaro, depois de reuniões com assessores (era preciso?) resolveu demitir o gajo e tentar achar outro facistóide, menos “bandeira”, para a Cultura.

Chamo a atenção para a nota de abertura e hoje do “Painel” da Folha de S. Paulo, Auxiliares de Bolsonaro querem que Wajngarten afaste gestor de empresa, irmão de seu número 2 no governo.

Gerou incômodo em auxiliares de Jair Bolsonaro a forma como Fabio Wajngarten está agindo para se defender das revelações feitas pela Folha sobre sua conduta na Secretaria de Comunicação. A avaliação é que ele deve atuar de modo mais efetivo e poderia afastar Fabio Liberman, irmão de seu número 2 no governo, da gestão de sua empresa, a FW Comunicação. A leitura é que esse é um dos pontos frágeis da defesa do secretário, que vem alegando internamente não haver conflito de interesses.

A preocupação não é à toa: é dos irmãos (e sócios) Lieberman que virão situações comprometedoras, dando indícios de que a escolha de Wajngarten por Samy Lieberman foi a de alguém com que se pudesse contar para negócios .

 

 

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