Afastar Paulo Henrique Amorim é o dízimo da Record a Bolsonaro

Pode a assessoria do general Augusto Heleno soltar dez notas negando que tenha pedido à Rede Record a cabeça do jornalista Paulo Henrique Amorim, que foi afastado da posição de âncora do programa Domingo Espetacular.

É evidente que o espírito vingativo e o ódio deste governo torna isso, si non è vero, benne trovato.

Para jornalistas, governantes que exigem demissão ou afastamento não são novidade.

E PHA teve um comportamento, ao contrário dos que o afastaram, absolutamente ético, tratando como uma questão profissional privada.

A confirmação, que esperei, veio numa nota da Record, reproduzida por Daniel Castro, no UOL.

A emissora está dando a sua parte, o seu dízimo, pelas graças alcançadas com o Governo, de natureza nada espiritual.

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