A viagem de R$ 64,5 mil da Taquara (RJ) ao Morumbi (SP)

Chico Otavio e Gustavo Schmitt, em O Globo, publicam a nota fiscal e a informação de que Fabrício Queiroz pagou, através da mulher e em dinheiro vivo, R$ 64.580 pela internação, exames e a cirurgia a que foi submetido no Hospital Albert Einstein, em São Paulo. Outros R$ 5.420 teriam sido pagos por meio de um cartão de crédito.

Hospital particular é caro e o Albert Einstein, mais ainda.

Mais do que o valor, portanto, o que chama a atenção é a forma do pagamento: em espécie, não em cheque ou TED/DOC bancários, onde deveria haver uma origem para o dinheiro.

Fabrício manda dizer que era dinheiro vivo que vinha guardando em sua casa para amortizar um financiamento.

Vamos acreditar que sim, talquei?

Só que a casa -modesta, aliás – de Fabrício é na Taquara, Zona Oeste do Rio, e a tesouraria do Albert Einstein fica no Morumbi, em São Paulo.

Portanto,  bufunfa foi carregada por 400 km, em lugar de ser depositada na esquina.

Será que foi levada de carro, de ônibus, de avião?

Quem sabe tenha sido transportada por um anjo bom, com asas cor de laranja?

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