A loucura vai dissolvendo a quarentena

No Rio, O Globo mostra a concentração de pessoas nas ruas e, sobretudo, nas áreas mais pobres..

Em São Paulo, discute-se a adoção de medidas mais severas de restrição à mobilidade.

No país inteiro, os sinais de celulares para suas antenas-base mostram que os deslocamentos pessoais aumentaram muito nos últimos dias.

É, em grande parte, o resultado da subversão patrocinada pelo presidente da República, para estabelecer a ditadura do dinheiro como lei maior neste país.

Por isso, ameaça com a fome que pode evitar e com o caos.

O dinheiro para a emergência dos necessitados demora, mas o dos bancos já está faz tempo com eles e nada de emprestar para salvar as empresas, como registrou uma pesquisa do Sebrae: 60% delas tiveram seus créditos negados.

Os líderes de todo o mundo, com a exceção de dois ou três mentecaptos, estão prorrogando ou implantando medidas para conter o fluxo mortal nas ruas.

Aqui, a matilha quer liberá-lo, querendo um inócuo “isolamento vertical” para os mais velhos e sugerindo até “campo de concentração”, como fez um nazista a quem o SBT deu uma câmara e um microfone para a sua pregação monstruosa.

Aquela deputada bolsonarista que, ao se casar com o chefe da Força Nacional de Segurança recebeu de Sergio Moro o título de “Caveira Honorária”, está tuitando convite a que desobedeçam ordens de governadores para deter quem estiver descumprindo as medidas de restrição ao comércio – o que é dever explícito no Art. 268 do Código Penal.

Dizem que “a esquerda torce pelo vírus”, quando é ela quem mais forte e insistentemente tem apelado à única arma que pode retardá-lo e detê-lo: o distanciamento social.

O Brasil virou um hospício, onde somos obrigados a ser loucos por ordem e gosto de um psicopata.

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